CRÓNICAS DE BEM VIVER Ver maior

CRÓNICAS DE BEM VIVER

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Ficha informativa

Autor Paula Gabriel Mouta
Editora PERFIL CRIATIVO - Edições
Edição
Ano de lançamento 2017 (Maio)
ISBN 978-989-99756-6-8
Capa Mole sem badanas
Número de páginas 164
Altura (livros) 230 mm
Largura (livros) 150 mm
Lombada 10
Peso 220 grs

Mais informação

SER sustentável é ter a capacidade de ser saudável e feliz.
A palavra sustentável deriva do latim sustentare, que significa: defender, apoiar, cuidar e conservar.
Ter saúde com sustentabilidade, significa saber fazer um caminho, onde o respeito pelo nosso corpo seja o pilar da Vida.  A nossa vida!
A sustentabilidade com ou na saúde é uma preocupação em todos os países desenvolvidos, desde há uns 10 a 15 anos, mas pouco se tem feito para que seja aplicada em escala alargada, mundialmente.
É preciso que a sociedade civil também seja envolvida numa visão onde todos precisam de transformar o conhecimento em ação para melhorar a saúde nas cidades.
Este conceito precisa de começar nas escolas básicas e em cada núcleo familiar.
A saúde dos povos é algo que é anualmente "cuidado" e protegido por diversas entidades no mundo, e cada país faz a sua própria gestão de recursos sobre esta preocupação global.
No entanto, há algo que está esquecido: o cuidado a ter com a saúde e toda a epigenética dos povos migrantes.
Até agora ninguém se concentrou nos cuidados preventivos, focados no conceito científico da Epigenética.
A epigenética é definida como modificações do genoma que são herdadas pelas próximas gerações, mas que não alteram a sequência do DNA.
Ou seja, todas as mudanças que os povos migrantes sofrem, estão, de alguma forma, a modificar o seu padrão de saúde, a sua sustentabilidade, porque ao  deslocarem-se geograficamente estão a criar novos padrões de desequilíbrio na sua estrutura física e emocional.
E o maior de todos começa, precisamente, pela adaptação a novos hábitos alimentares, além dos fatores climáticos e sócio-humanitários.
Uma alimentação adequada é a condição necessária para se ter um património genético, cultural e socioeconómico mais evoluído.
Na crónica sobre “Uma Visão para Além da Genética”, faço uma abordagem sobre este conceito; (…) De acordo com este tipo de estudo, é-nos dado a conhecer que, no nosso biótipo, nem tudo está programado, pois atos como alimentação, exercício físico, comportamento e mudança de região geográfica, podem influenciar a maneira como os genes se organizam, alterando os padrões de mudança do nosso fenótipo, os quais serão transmitidos aos nossos descendentes (…)
É importante que o conhecimento científico seja traduzido em informações acessíveis à sociedade.
Que se organizem, através de seminários e palestras, mobilizações de cidadãos, do governo e organizações, para que se faça um caminho de mudança nos padrões de saúde das populações estrangeiras residentes em cada país.
Que sejam criados apoios a projetos de lei e políticas públicas que permitam criar recursos de avaliação epigenética, de forma a ter sociedades que, na sua mestiçagem, possam ser cidadãos mais saudáveis.
Estar saudável depende principalmente de nós e, para isso ser possível, precisamos usar um recurso chamado saúde preventiva.
Através de cuidados diários e mudança dos hábitos de vida, podemos restabelecer o equilíbrio das funções orgânicas, através de mecanismos de desintoxicação, e promover a vitalização do corpo usando os agentes naturais (alimento, água, ar, exercício físico, boas relações familiares e pessoais, paz mental e emocional).
A saúde é um estado de consciência, social, cultural, emocional e pessoal.
Hoje em dia, a doença que se instalou em mim no passado, coexiste comigo, como um vulcão extinto.
Aprendi e estudei como comer para ter saúde, como preservar o equilíbrio do corpo, com respeito, alegria e um Bem-Estar possível e alcançável por qualquer pessoa, desde que se proponha a respeitar o seu corpo e a sua paz.
Sendo os nossos corpos constituídos por sistemas de energia dinâmicos, estes são afetados pela forma como comemos, pela herança genética, cultura, e pelas relações que vivemos.
Ao escrever estas crónicas, estou a traçar, para todos, um novo caminho de sustentabilidade, usando o meu conhecimento para semear novos comportamentos com a saúde e o bem viver.
Em 2015, a ONU deu ao conhecimento público a sua agenda até 2030, focada na sustentabilidade, para transformar e proteger os povos.
"2015 ficará na História como o ano da definição dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, fixados numa cimeira da ONU, em Nova Iorque (EUA), de 25 a 27 de setembro. Trata-se da nova agenda de ação até 2030, que se baseia nos progressos e lições aprendidas com os 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, entre 2000 e 2015. Esta agenda é fruto do trabalho conjunto de governos e cidadãos de todo o mundo para criar um novo modelo global para acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar de todos, proteger o ambiente e combater as alterações climáticas."
Cabe a cada um de nós fazer a sua parte e ajudar a desenvolver a nossa sustentabilidade, a do Ser e a do Planeta.
Conto com a sua ajuda, a minha é trazer-lhe a semente da palavra, para que possa germinar em si o fruto da sabedoria.

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